A Polícia Federal (PF) prendeu, na madrugada deste domingo
(7/1/24), um homem investigado por lavagem de dinheiro por meio de criptoativos no
Brasil e no exterior. O homem foi preso no Aeroporto Internacional de São
Paulo, em Guarulhos, quando tentava embarcar em um voo para Dubai, nos Emirados
Árabes Unidos.![]()
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Além da prisão preventiva decretada, foram cumpridos também
mandados de busca e apreensão contra ele e sua companheira. A investigação foi
iniciada como desmembramento da Operação Colossus, deflagrada em
2022 para combater organização criminosa dedicada à lavagem de dinheiro.
Na ocasião, constatou-se que uma das empresas controladas
pelo investigado movimentou, entre os anos de 2017 e 2021, mais de R$ 13
bilhões entre créditos e débitos, sem apresentar registros de emissão de Notas
Fiscais compatíveis com a movimentação bancária levantada, além de evidências
de operação com dinheiro proveniente de tráfico de drogas e outros crimes.
De acordo com a PF, o investigado é responsável por diversos
atos de lavagem de capitais por meio do recebimento de recursos financeiros de
origem ilícita no país e sua disponibilização como criptoativos, tanto no
exterior quanto no Brasil. Ele dissimulava e ocultava a origem dos valores por
meio de sucessivas transações realizadas por diferentes empresas de fachada
titularizadas por ‘laranjas’.
Além disso, havia a prática dos crimes de falsidade
ideológica, evasão de divisas, funcionamento irregular de instituição
financeira e falsa identidade em operação de câmbio. Ainda segundo a PF, em
Dubai, o homem fixou residência para a continuidade da prática criminosa,
dificultando a atuação das autoridades policiais brasileiras.
“Há provas de que, mesmo residindo no exterior, o
investigado continua praticando delitos, tendo sido identificada conta bancária
pertencente à empresa titularizada por ‘laranja’ e por ele utilizada para o
recebimento e transferência de recursos”, diz nota da PF.
Com registros do último ano, constatou-se movimentação
bancária superior a R$ 1,4 bilhão em conta utilizada por ele no período de
apenas 10 meses.
Diante disso, pela prática continuada do crime, gravidade da
conduta e fixação de residência fora do país sem comunicação formal às
autoridades, a PF justificou a necessidade da prisão preventiva.
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