terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

"Neymar tinha contrato de exclusividade com a Globo!"


Segundo informações da 'Folha de S. Paulo', acordo previa uma série de privilégios à emissora. Contrato se encerrou em 2015 e relação ficou abalada

Neymar manteve um contrato de exclusividade com a Rede Globo durante a Copa do Mundo de 2014, informou nesta segunda-feira o jornal Folha de S.Paulo. Segundo a publicação, o acordo entre o craque do Paris Saint-Germain e a emissora previa participações em diversos programas da casa e durou ao menos até 2015. Atualmente, a relação está estremecida.

A Folha teve acesso a 6.300 páginas que constam de processo contra empresas do pai de Neymar. A publicação informa que o contrato não impedia que Neymar atendesse outros veículos, mas dava “uma série de regalias à Globo, como ter acesso a informações antes dos concorrentes, obter entrevistas exclusivas e outros privilégios”.

Em nota, a emissora se limitou a dizer que “o contrato citado não existe mais. Firmado em 2014, referia-se a participações especiais de Neymar em programas e em campanhas da emissora, bem como ao uso de conteúdos audiovisuais produzidos pelo jogador”.

Neymar disse ao jornal que não se pronunciará sobre o assunto. Nenhuma das partes falou sobre valores. No período, Neymar participou de diversos programas da Globo, como Domingão do Faustão, Caldeirão do Huck e Fantástico e até em novelas da casa.

Em uma das mensagens reveladas pela Folha, o então assessor de imprensa, Eduardo Musa – que meses depois entraria na Justiça contra a empresa do jogador – alertou que uma entrevista para o programa da Xuxa na Rede Record, em julho de 2015, infringiria o acordo com a Globo.

Segundo a Folha, “documentos no processo também mostram envio de textos sobre o jogador para que os gestores de sua carreira avaliassem antes da publicação.” Em outra mensagem anexada, o pai de Neymar reclama com a Globo de uma edição de entrevista com o filho.

Relação estremecida:

O distanciamento entre Neymar e Globo ficou evidente a partir da Olimpíada do Rio, em 2016. Neymar foi o herói do inédito ouro olímpico, mas reagiu mal às críticas iniciais. Após empate em 0 a 0 com o Iraque, na primeira fase, o capitão do time declarou “guerra à imprensa” e se negou a dar entrevistas. Foi duramente criticado até pelo narrador Galvão Bueno (o que deixou Ronaldo, comentarista da Globo e dono de uma das agências que cuidava da imagem de Neymar, em saia-justa).

“As milhões de pessoas que estão em casa têm direito, sim, de ouvir. O seu ídolo, o seu jogador, aquele que joga com a camisa da seleção brasileira. É feio, muito feio, não é profissional, não é ético e não é correto, sair de campo e se negar a falar”, disse Galvão. Após a conquista do título, Neymar falou à Globo, ao melhor estilo Zagallo: “Vocês vão ter que me engolir.”

Desde então, a relação entre Neymar e a emissora passou a ser conflituosa, o que ficou claro no último desabafo do pai e agente de Neymar. O jogador teve sua postura “mimada” criticada pelo comentarista Walter Casagrande. A resposta veio rapidamente, por meio de Neymar pai, que criticou os “abutres” da imprensa.

“Aproveitam uma derrota, uma batalha perdida, para ficarem a espreita, aguardando a derrota na guerra, para alimentarem seus egos, como os abutres se alimentam de carniça. Não conseguiram nas Olimpíadas do Rio, mas ficaram ali, aguardando a primeira oportunidade, para trazer seu mau agouro”, disse o pai do jogador.

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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

GOVERNO FRANCIMARA: "Prefeitura de SFI marca presença em reunião sobre Projeto Rio Rural em Travessão de Barra (Zona rural de SFI)."


Representando a Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), o vice-prefeito e secretário municipal de Agricultura, Claudio Henriques, participou de uma reunião a respeito da revitalização da cultura de mandioca e das fábricas de farinha e tapioca, a partir do programa Rio Rural do Governo do Estado. O encontro, que reuniu dezenas de produtores são franciscanos, aconteceu no auditório da Escola Estadual Domires Machado, em Travessão de Barra, zona rural de SFI.

Na ocasião foram apresentados dados sobre este tipo de produção agrícola no município. A partir destas informações, o superintendente de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Rio de Janeiro e secretário executivo do Rio Rural, Nelson Teixeira, e a coordenadora técnica do Programa Rio Rural, Helga Hissa, vão analisar a viabilidade técnica e econômica para que sejam disponibilizados os recursos necessários para a revitalização. Teixeira destacou que “já está dado o aval para a montagem do projeto, o que não quer dizer que ele está aprovado”. Ele explicou que é preciso, entre outras coisas, ter o aval do Ministério Público (MP), quanto a diversas questões.

Durante a reunião os representantes do escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Governo do Estado do Rio de Janeiro (Emater-RJ), em Praça João Pessoa, mostraram o impacto da produção de mandioca na economia local, já que cerca de 7900 trabalhadores estão envolvidos neste trabalho, em 35 fábricas mapeadas. Também foram mostrados resultados de relatórios do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e Ministério Público do Trabalho (MPT), que apontaram a falta de condições sanitárias, ambientais e trabalhistas na cadeia produtiva.

“O nosso projeto prevê que o Rio Rural disponibilize R$ 15 mil para o produtor, que destinará R$ 5 mil deste valor para a fábrica de farinha, através da compra de matéria-primeira”, disse o agente de desenvolvimento social do escritório são franciscano da Emater, Marcelo Erbas.

Durante sua fala, o vice-prefeito destacou que a Secretaria Municipal de Agricultura tem entre suas principais preocupações, fornecer a estrutura necessária para promover a legalidade aos produtores para que eles possam garantir seus direitos, como por exemplo, os previdenciários.

“O órgão está estruturado para auxiliar o produtor a obter as várias formas possíveis de inscrição Estadual. Nossa maior preocupação: ter a nossa sociedade rural legalizada”, destacou Henriques. Segundo ele, atualmente somente mil produtores agrícolas de SFI estão com a documentação em dia.

O vice-prefeito também citou a criação do Sistema de Inspeção Municipal (SIM) e do Fundo Municipal de Agricultura como instrumentos imprescindíveis para a promoção dessa legalidade. Por fim, ele considerou “a reunião muito importante” e afirmou que “está à disposição dos produtores”.

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