sábado, 28 de junho de 2014

"PIMENTA NO DOS OUTROS É REFRESCO !"




         Recentemente, a apresentadora infantil Xuxa, foi no programa da Ana Maria Braga e causou tremenda revolta em todos.

        Tudo por que a rainha dos baixinhos disse a seguinte frase:
       “O povo quer tudo, a redução da maioridade penal e a liberação da maconha. É bem melhor a gente olhar para a copa do mundo que já está acontecendo, acho que uma perda de tempo do povo criticar o governo nesse momento de tantas coisas boas acontecendo no Brasil”.
        Muito sem graça, Ana Maria Braga pediu o intervalo comercial e quando voltou deram a desculpa que Xuxa tinha saído por que tinha que gravar seu programa.


   
        REALMENTE  Xuxa, não precisa de nada, nem de educação pública, nem de previdência social, nem de segurança pública, nem de SUS (ainda bem né, porque se precisasse estaria perdida), nem de transporte público.
       Aliás, ela não tem o bom senso de respeitar quem sofre com tanta injustiça nesse país. O grito que ecoa nas ruas é o grito dos excluídos, humilhados, dos órfãos da violência, do trânsito e do descaso público.

 
  
     Essas pessoas tem sede e fome de justiça. Não suportam mais os grilhões da ditadura parlamentar, o povo quer usufruir dos seus direitos e além disso ainda paga um preço alto pra isso.. O POVO QUER JUSTIÇA !
     É triste ver alguém que tem a chance de usar um instrumento tão poderoso que é uma emissora de TV para se manifestar à respeito de algo tão importante, e usa palavras visando apenas o seu próprio bem estar esquecendo de defender a causa de um modo geral. Lamentável…
     O Brasil que você vive, querida Xuxa, NÃO É O MESMO QUE O NOSSO!

 

"QUEM GANHARÁ ? ? ?"



                Jeferson Barros havia sido barrado pelo diretório estadual do partido após acusações do ex-BBB.
 
 
     
         PSOL ignora Wyllys e garante candidatura de pastor.
        Após ter sido barrado pelo diretório estadual do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) o pré-candidato Jefferson Barros conseguiu reverter o veto a sua candidatura a deputado federal junto à convenção nacional do PSOL.
        O ativista gay e deputado federal Jean Wyllys havia conseguido o veto da candidatura do pastor no Rio de Janeiro após ameaçar não se candidatar a reeleição caso Jefferson disputasse um cargo eletivo pelo PSOL.
        O ex-BBB passou a perseguir Jefferson após descobrir que ele havia sido indicado pelo Pastor Silas Malafaia. Wyllys chegou a causar constrangimento entre seus correligionários do Rio de Janeiro por seus discursos contra a candidatura do pastor Jefferson.
       Wyllys acusa Barros de ser um militante infiltrado de Silas Malafaia para impedir a sua reeleição, já que o parlamentar recebeu pouco mais de 13 mil votos em 2010 e só foi eleito graças ao desempenho do deputado federal Chico Alencar, do seu partido, que conquistou 240.671 (3%) dos votos e foi o segundo mais votado em todo Estado.
       Se Barros superar o número de votos de Wyllys na próxima eleição, o parlamentar poderá não conseguir sua reeleição, já que o partido dispõe de apenas duas vagas na Câmara dos Deputados e Chico Alencar também concorrerá à reeleição.
       A crise no partido se agravou no Rio de Janeiro com a manifestação de apoio dos deputados Chico Alencar e Marcelo Freixo a Wyllys. Os parlamentares também são contra a candidatura do pastor Jefferson e assinaram uma nota pedindo a saída do pré-candidato do PSOL.
      A candidatura do pastor havia sido barrada no Estado do Rio por 55 votos contrários e apenas 7 favoráveis.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

"POLÊMICA ! ! !"


     


     


     
     

      
        O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) vetou a candidatura do pastor Jeferson Barros, pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro, por considerar que o pastor estaria distante dos princípios da legenda e por ter envolvimento com o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.
        A decisão do diretório estadual do partido em vetar a candidatura de Barros, se deu após o deputado federal e principal ativista gay, o ex-BBB Jean Wyllys, ameaçar não se candidatar a reeleição caso Barros permanecesse na legenda. A crise se agravou com a manifestação de apoio dos deputados Chico Alencar e Marcelo Freixo a Wyllys.
       Os três deputados e dois vereadores, Eliomar Coelho e Renato Cinco, chegaram a assinar uma nota acusando o pastor Jeferson de homofobia e chamando Malafaia de “principal liderança do fundamentalismo homofóbico brasileiro”.
       Barros afirmou que não irá desistir da candidatura e ameaçou entrar com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e até com mandato de segurança para reverter a decisão do partido. O pastor tem o apoio da deputada Janira Rocha.
      “Eu sou pastor, tenho ideologia socialista e por isso me filiei ao PSOL. Se precisar, entro com recurso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e até com mandado de segurança para poder ser candidato pelo partido”, disse Barros.
      Antes da votação na pré-convenção do partido no Rio, houve um debate acalorado entre os membros da executiva, que já haviam decidido em reunião que iriam barrar a candidatura do pastor, e aqueles favoráveis a permanência do pastor. Janira Rocha acusa o partido de intolerância religiosa contra evangélicos já que ele pertence à Assembleia de Deus do Ministério Parque Anchieta.
      Segundo a assessoria do partido 55 votaram a favor do veto e 7 contra.

 

"MALAFAIA X WYLLYS ! ! !"



        O pastor Silas Malafaia, presidente da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, respondeu às críticas feitas por integrantes do PSOL sobre sua participação na possível candidatura do pastor Jefferson Barros pelo partido.
        Jefferson Barros teria sido indicado pelo líder da ADVEC para concorrer a uma vaga na Câmara Federal pelo Estado do Rio de Janeiro. O deputado federal Jean Wyllys, também do PSOL no Rio de Janeiro, acusa Barros de ser um militante infiltrado de Silas Malafaia para impedir a sua reeleição.
       Wyllys avisou ao PSOL que não se candidatará a deputado federal caso o partido autorize a candidatura de Barros. A crise no Partido Socialismo e Liberdade do Rio de Janeiro se agravou com a manifestação de apoio dos deputados Chico Alencar e Marcelo Freixo a Wyllys e dos vereadores Eliomar Coelho e Renato Cinco.
        Os parlamentares chegaram a publicar uma nota acusando Jefferson de ser homofóbico e chamando o pastor assembleiano de “principal liderança do fundamentalismo homofóbico brasileiro”.
        Na nota os integrantes do partido também afirmam que os “motivos do questionamento à pré-candidatura do cidadão Jefferson Barros são vários e não têm nada a ver com a sua religião ou com sua condição de pastor”.
        O líder da ADVEC usou sua conta no Twitter para responder a provocação do que ele chama de “partidinho medíocre”. De forma irônica Malafaia diz que “é muita honra” ser citado na nota publicada pelos integrantes do partido.
        Silas também lembrou as origens do partido, criticando a militância e lembrando que um dos fundadores do partido é considerado terrorista: “Me chamaram de fundamentalista homofóbico. Tenho fundamentos, sou à favor da família e eles da prostituição; sou contra as drogas, eles a apoiam. O PSOL tem como um dos seus membros fundadores um terrorista assassino italiano, eu tenho Jesus”, disse Malafaia.
        O pastor também lembrou que a liberdade de expressão permite que ele seja contra a prática homossexual e que Jean Wyllys já tentou processá-lo em outras ocasiões devido suas opiniões.
       “Me chamam de homofóbico porque não suportam a liberdade de expressão. O deputado gay já tentou de forma inescrupulosa me processar… Não arrumou nada. O ativismo gay, de forma mentirosa, tentou me processar por homofobia, o juiz federal deu uma aula de liberdade expressão”, disse Malafaia.
        Responsável pela filiação do pastor Jefferson ao PSOL, Janira Rocha quer que os parlamentares provem a acusação. Janira e Jeferson Barros estiveram juntos na Marcha para Jesus, organizada pelo pastor Silas Malafaia no Rio.

 
 

quinta-feira, 26 de junho de 2014

"O LUTO PERMANECE !"

   Minha gente querida, na data de ontem 25 de junho de 2014, completou um ano da perda de um grande amigo SANFRANCISCANO, uma pessoa amiga, controvertida e prometia sempre polêmica; pois é, a vida nos ensina sempre vivermos como se fosse o nosso último dia, amarmos as pessoas ao nosso redor e derredor.
   Hoje faz um ano que enterramos a matéria; a carne; o corpo de uma pessoa querida e amada em nossa região, mas, um ano se passou e jamais enterraremos a AMIZADE; O CARINHO; O AFETO e as ÓTIMAS LEMBRANÇAS de nosso amigo e polêmico repórter.
   Essa é a vida, nessa terra de horror e pequenino dos mortais. "MAIS CEDO OU MAIS TARDE, TODOS DEIXAM A VIDA, PARA ENTRAR PARA HISTÓRIA, O HOMEM SE FOI, MAS, O MITO PERMANECE."
   Um ano se passou e a saudade de GUGU DO CHURRASQUINHO permane em nossos corações, o que nos resta é reelembrar tantos momentos epeciais que ele nos proporcionou com seu jeito único de alegria e irreverência.




"REALIDADE ? ? ?"




      Anthony Garotinho tem investido pesado na sua pré-campanha ao governo do Rio de Janeiro — sempre com pagamentos à vista, preferencialmente com dinheiro vivo. Eis alguns exemplos dos gastos: o deputado pagou 500 000 reais para ter o espaço de 25 minutos diários durante nove meses na Rede Boas Novas, do pastor Samuel Câmara.
     Em outubro, ao colocar na rua a Caravana da Paz, festival gospel em que aproveita para se promover, passou a pagar 20 000 reais em dinheiro vivo por semana —separados em cachês de artistas que vão de 1 000 a 2 000 reais, mais o aluguel do palco.
     Desde outubro de 2013, foram mais de 500 000 reais nas caravanas. Garotinho também pagou cerca de 150 000 reais para uma empresa enviar milhares de torpedos a eleitores de todo estado.

     Anthony Garotinho entrou em contato com o Radar às 18h59 de sexta-feira para contestar alguns pontos da nota acima. Garotinho afirma que pagou apenas 50 000 reais para a Rede Boas Novas de Samuel Câmara. O deputado também nega que tenha enviado mensagens para milhares de eleitores ao preço de 150 000 reais. E afirma que paga, em média, 10 000 reais para montar a sua Caravana da Paz. Tudo é pago, segundo Garotinho, pela sua empresa chamada Palavra de Paz.

"HOMOFÓBICO E RACISTA ? ? ?"

 

 

       STF julgará se Marco Feliciano será processado por homofobia.
      A Procuradoria Geral da República (PGR) defende a abertura de uma ação penal contra o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) pelo crime de discriminação contra homossexuais.  O Supremo Tribunal Federal (STF)  se acata o relatório do ministro Marco Aurélio Mello.
      O que deu origem ao caso contra o parlamentar foi uma afirmação feita em 2011 em sua conta no Twitter. Ele escreveu que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime, à rejeição”.
      O deputado escreveu em outra ocasião que “africanos descendem de ancestral amaldiçoado por Noé.

      Isso é fato. O motivo da maldição é polêmica” e também que “sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids. Fome…”.
      Contudo, a denúncia por discriminação só ocorreu em janeiro de 2013, após ele assumir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara.
      Desde abril do ano passado, a PGR pede que Feliciano seja julgado por “discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência”. Se condenado, pode resultar de um a três anos de prisão. Oficialmente não existe no Código Penal o crime de homofobia.
      Mesmo assim, a Procuradoria quer responsabilizar Feliciano pelo que escreveu na rede social como crime de racismo e “revela o induzimento à discriminação dos homossexuais em razão de sua orientação sexual”.
      Marco Feliciano se defende, negando que tenha sido preconceituoso ou racista. Nos autos do inquérito, afirmou que suas frases consideradas como racismo eram interpretações do livro de Gênesis. O deputado acredita que algumas entidades tiveram interpretações equivocadas de suas colocações.
      O inquérito contra Feliciano, que julgado pelo Supremo poderá fazê-lo ser réu novamente. Mês passado, ele foi inocentado no STF do processo onde era acusado de estelionato. O motivo da ação foi um contrato de março de 2008, onde ele cobrou R$ 13,3 mil de uma produtora de shows evangélicos do Rio Grande do Sul mas não fez o evento. Mesmo tendo devolvido o cachê, a produtora pedia ressarcimento por causa dos prejuízos que teve com o cancelamento do evento.