A Seleção Brasileira enfrenta a Argentina, nesta terça-feira (21/11/2023), às 21h30, pela sexta rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo
Fernando Diniz sabe que não há espaço para novo tropeço da Seleção Brasileira nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 após um ponto somado nos últimos três jogos. Mesmo preocupado com o astro argentino Messi, o treinador aposta em sua renovada para fazer “um grande jogo” no Maracanã.
Ciente que o estádio carioca vai pulsar de acorco com o observado dentro do
gramado, ele espera que todos os ajustes de quinta-feira para cá, quando levou
a virada de 2 x 1 diante da Colômbia, sejam apresentados em campo. O treinador
conta com a “coesão” da equipe para desbancar os fortes rivais.
“Acredito que é a Seleção quem vai contribuir para o ambiente. O Maracanã responde de maneira diferente quando você não vai bem, mas quando vai, responde positivamente. Espero fazer um grande jogo e marcar bem uma equipe de grande qualidade, com jogadores terminando de construir sua linda história. Espero por uma grande partida e que a torcida consiga jogar junto com a equipe”, apontou Diniz.
Em avaliação dos últimos tropeços, o treinador sempre viu o
Brasil começando bem e depois caindo de rendimento e sofrendo os gols. Ele
continuará apostando no quarteto ofensivo e com muita agressividade ofensiva,
mesmo com Messi do outro lado.
“Messi mexe um pouco (com a preparação). Mas vamos fazer os encaixes e a coesão do time que vão favorecer ou não o andamento do jogo. Lidar com Messi, obviamente é diferente e você tem de se preocupar o tempo todo, não tem como. Mas também temos de jogar, não vamos fugir das nossas características e ao mesmo tempo tem de tentar conter toda a criatividade e capacidade que ele tem de decidir.”
Apesar de novamente contar com um quarteto ofensivo, desta
vez com Gabriel Jesus na vaga do machucado Vini Júnior, além de Rodrygo,
Raphinha e Martinelli, o treinador não vê a Seleção Brasileira exposta.
“Acredito que cobram isso mais por conta do resultado do que
do desempenho. Não enxergo no futebol que se colocasse mais um volante ou meia
ficaria mais protegido. Na Copa o Brasil jogou com formação parecida, com
Neymar, dois pontas e Paquetá com características mais ofensivas”, se defendeu.
Mesmo apenas com André e Bruno Guimarães com características mais defensivas, o
técnico acredita que vai segurar Messi.
Não esconde, contudo, que a Seleção estará mais enfraquecida
por conta de tantos desfalques, casos de Ederson, Danilo, Casemiro, Vini Júnior
e Neymar, todos contundidos. Nada, porém, de lamentar, O lema é passar
confiança.
“São jogadores que fazem falta em todos os sentidos, dentro
e fora de campo. A equipe de amanhã, do jogo, em comparação com a Argentina, é
o oposto. Teremos apenas três titulares da Copa, Alisson, Marquinhos e
Raphinha, um ciclo se renovando, com outros atletas talentosos que estão se
habituando, vendo como é jogar na SSeleção, onde há ampliação de volume de
tudo”, explicou “Eles têm de ir se acostumando a serem criticados e enaltecidos
Estou procurando, emocionalmente, uma coesão do grupo, olhando internamente
para se fortalecer. E acredito, são muitos jovens, uma equipe nova e
talentosa.”
Desfalques?
São jogadores que fazem falta em todos os sentidos. A equipe
de amanhã, o jogo, em comparação com argetnina ´pe o oposto. Três tiulares na
Copa. Alisson, Marquinho s e Raphinha., ciclo se renovando, outros talentosos
que abituando, vendo como é jogar, ampliação volumew de tudo, acostumado a ser
criticado e enaltecvido. Procuran do emocionalmente uma coesão de grupoi. Olhar
internamente para se fortalecer, acredito muitos, nova e talentosa.
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